Amor é dividir, é respeitar. Amor não é cego. Pelo contrário, ele enxerga. Defeitos e virtudes, o bom e o ruim. Amor tem a ver com admiração, seja pessoal, profissional ou filosófica. Amor é quando o outro estar feliz é tão importante quanto sua própria felicidade.
Amor não é passar a mão na cabeça quando o outro erra. E muito menos execrá-lo por isso. Amor é discutir os erros e buscar os acertos.
Amor é companheirismo. É ouvir quando se precisa ouvir e falar quando é necessário falar.
Amor não é tornar-se um só, ser inseparável. Amor é saber o limite, tanto seu quanto do outro.
Amor não é só sorriso. Também tem choro.
Amor é saber que o outro tem defeitos e que em algum momento, vai nos decepcionar. Mas também é saber que com isso, o outro se esforçará para compensar. Amor é saber que em determinados momentos, você também irá decepcionar. Mas espero que seu amor seja grande o suficiente para que você queira consertar.
Amor às vezes é silêncio. Às vezes é barulho.
Em alguns momentos, amor pode ser físico. Em outros, espiritual.
Amor não é sexo e sexo sem amor, é só necessidade física.
Amor não se acha em prateleiras de cada padaria. Amor não é a primeira vista. Amor precisa de tempo. De conhecimento. De desprendimento.
Essas relações efêmeras e seus "eu te amo" a jato não me convencem.
Essas relações doentes, em que o outro se torna seu mundo, não me apetecem. Se eu não puder ser eu, meu eu único e inconfundível, não me interessa esse amor. Se eu tiver que carregar no colo em vez de caminhar junto, não me interessa esse amor.
É por isso que cada dia que passa, me convenço de que não nasci para essas coisas de amor.
Nenhum comentário:
Postar um comentário